Criadas a partir da Lei nº 11.325 de 29.12.92
Zona Sul
CASA DE CULTURA CASA AMARELA
Praça Floriano Peixoto, 130 – Santo Amaro – CEP. 04751-030
fone 5548 1115
Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 9h às 18h e domingo - abre conforme programação
CASA DE CULTURA CORA CORALINA
Rua Sant’ana, 201 – Vila São Pedro – CEP. 04676-110
Coordenação: Alexandre Moreira Neto
fone 5631 0740
Horário de funcionamento: segunda, quarta e sexta: das 9h às 20h, sábado- abre conforme programação e domingo: fechado
CASA DE CULTURA DE INTERLAGOS
Rua Padre José Garzotti, nº 545 - Cidade Dutra - CEP. 04806-000
Coordenação: Lebos Ribeiro Chaguri
fone 5668 6296 - fax 5669.2765
Horário de funcionamento: terça a sábado das 10h às 18h, domingo -abre conforme programação e segunda: fechado
CASA DE CULTURA CHICO SCIENCE
Av. Tancredo Neves, 1265 – Moinho Velho – Ipiranga - CEP. 04287-010
Coordenação: Iolanda Botton
Fone 6969 7066
Horário de funcionamento: segunda a sexta das 8h às 19h, conforme programação estende-se até às 22h, sábado e domingo: das 9h às 15h, conforme programação estende-se até às 22h
CENTRO CULTURAL JACOB SALVADOR SVEIBIL/ACERVO DA MEMÓRIA E DO VIVER AFRO-BRASILEIRO
Rua Arsênio Tavolieri, 45 - Jabaquara - CEP. 04321-030
Coordenação: Eida Azevedo
fone 5011 2421
Horário de funcionamento: terça e quinta, das 08h às 20h, segunda e quarta, das 08h às 22h, sábado e domingo, das 09h às 22h (conforme programação)
CASA DE CULTURA M'BOI MIRIM
Rua Inácio Dias da Silva, s/nº - M'Boi Mirim - CEP. 04913-180
Coordenação: Luiz Cláudio de Souza
fone 5514 3408
Horário de funcionamento: segunda a sexta das 07h às 22h, sábado e domingo das 8h às 22h
CASA DE CULTURA MANOEL CARDOSO DE MENDONÇA
Praça Francisco Ferreira Lopes, 434 – Santo Amaro - CEP. 04751-060
Coordenação: Adelino Ozores Neto Segundo
Fone 5522 8897
Horário de funcionamento: segunda a segunda das 9h às 18h, conforme programação estende-se até às 22h
Zona Leste
CASA DE CULTURA ITAIM PAULISTA
Rua Barão de Alagoas, 340 - Itaim Paulista - CEP. 08120-000
Coordenação: Sérgio de Souza
fone 6963 2742
Horário de funcionamento: terça a domingo das 8h às 21h, segunda: fechado.
CASA DE CULTURA RAUL SEIXAS
Rua Murmúrios da Tarde, 211 - Pq. Raul Seixas - COHAB II
Itaquera - CEP: 08253-580
Coordenação: Diane Maria Ferreira da Silva
fone 6521 6411
Horário de funcionamento: terça a domingo das 9h às 18h, segunda das 12h às 18h
CASA DE CULTURA DA PENHA
Largo do Rosário, 020 - 3º andar - Penha - CEP. 03634-020
Coordenação: Maria Aparecida de Souza Costa e Silva
fone 296 6172
Horário de funcionamento: segunda a sexta e domingo das 10h às 19h, sábado das 10h às 17h
CASA DE CULTURA DE SÃO MIGUEL PAULISTA
Rua Irineu Bonardi, 169 - Vila Pedroso - S. Miguel Pta. - CEP. 08011-180
Coordenação: Adilson Correa Aragão
fone 6137-5009 / fax 6297-9177
Horário de funcionamento: segunda a sexta das 10h às 21h, sábado e domingo das 10h às 17h
Zona Norte
CASA DE CULTURA SALVADOR LIGABUE
Largo da Matriz, 215 - Freguesia do Ó - CEP. 02925-040
Coordenação: Jarbas Mariz
fone 3931 8266
Horário de funcionamento: terça e quinta das 9h às 20h, demais dias: das 9h às 18h
CASA DE CULTURA DO TREMEMBÉ
Rua Maria Lopes Azevedo, 190 CEP 02350-000
Coordenação: Ieda Varejão
Fone: 6991-4291
Horário de funcionamento: segunda-feira das 07h30 às 19h e de terça a sexta, das 08h às 17h30 e sábado de acordo com a programação
Zona Oeste
CASA DE CULTURA DO BUTANTÃ
Rua Junta Mizumoto, 013 - Jardim Peri Peri - CEP. 05537-070
Coordenação: Guilherme Francisco Ferreira
fone 3742 6218
Horário de funcionamento: segunda a sábado das 9h às 18h, conforme programação estende-se até às 22h, domingo: fechado
ESPAÇO CULTURAL TENDAL DA LAPA
quarta-feira, 24 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
HIPPON
Os esportes mais populares do Japão são, o SUMO, BEISEBOL e FUTEBOL.
Porem as artes marciais fazem parte das modalidades rituais, o que há de mais tradicional, e onde esta contido simbolicamente a identidade Nipônica. O Sumo e tido como a origem de todas as artes marciais. Mas a globalização transforma tradições veja, 51% dos japoneses preferem o beisebol (criado nos EUA), 22% preferem o futebol (influenciados por jogadores brasileiros como Zico, Alcino e tantos outros, e técnicos como, Leão, Nelsinho...) e 18% Sumo, onde os Yokozunas (grandes mestres), sempre foram japoneses mas nos torneios de 2008 e 2009 foram vencidos por 2 lutadores da Mongólia e 1 da Bulgária. O Sumo reúne multidões e gira bilhões de Ienes.
Se por algum motivo estiver no Japão, especialmente em Tókio, não perca as atrações esportivas locais fazendo turismo cultural.
NIPPON BUDOKAN (Maracanã das Artes Marciais)
TÓKIO DOME (principal arena de beisebol)
ESTÁDIO NISSAN (Maior Estádio do Japão – final da Copa 2002)
MUSEU DO SUMO
KOTOGAUME (Depois de aposentados os lutadores abrem restaurante especializado na dieta dos Sumokas)
www13.plala.or.jp/kotogaume
INSTITUTO KODOKAN (Meca do JUDÔ Mundial)
fonte: Revista ESPN n5 mar/2010
Katá (型 ou 形 significa: "forma") é uma palavra japonesa utilizada em várias artes marciais. No Karatê, descreve uma simulação de combate detalhada de movimentos, que é praticada índividualmente ou em equipe. Antes de executá-lo, o praticante deve passar por uma prática de técnicas fundamentais.kihon
domingo, 21 de março de 2010
Album de Figurinhas
As figurinhas já estiveram em maços de cigarros, balas, sabonetes...adaptando-se a varias plataformas, sempre alavancando as vendas de seus produtos. As crianças sempre foram o publico alvo e os maiores consumidores dos produtos associados às figurinhas.
Com o tempo sofreram muitas alterações, havia cartelas, paginas avulsas e álbuns... As crianças dos anos 50 e 60 faziam cola de farinha para colar as figurinhas, hoje elas são alto colantes e antialérgicas evoluíram conforme as exigências de mercado atual.
Na década de 40 os artistas do rádio eram muito famosos. Três das emissoras mais ouvidas as Rádios Farroupilha, Difusora e Gaúcha lançaram a promoção Balas do Rádio. Quem preenchesse o álbum ganhava prêmios como bicicleta, máquina de costura, receptores de rádio, ventiladores e bolas de futebol. Os galãs Cândido Norberto e Ernani Behs eram as figurinhas mais difíceis de encontrar. Adroaldo Guerra era a de número 10, tambem uma das mais dificeis.
CRONOLOGIA
1875 – Aparecimento de Figurinhas nas embalagens do extrato de carnes Liebig. Trata-se de 4 figurinhas com imagens da fábrica de extrato de carnes Liebig na cidade de Fray Bentos, no Uruguai. Estas figurinhas foram impressas por Clamaron, Paris.
1878 - Surgimento de Figurinhas em maços de cigarros
1895 – Lançamento da série “Marinha brasileira” feita pela manufatura de cigarros França&Mursa, SP.
1934 – Aparecimento do primeiro álbum de figurinhas específico para coleções: A Hollandeza. O segundo álbum é de 1936.
1949 – Surgimento do primeiro álbum com figurinhas vendidas em envelope. Trata-se da Branca de Neve e os 7 Anões da editora Vecchi.

1989 – Defesa da 1ª. Tese de mestrado sobre álbuns de figurinhas de Paulo Cézar Goulart na ECA-USP.
1980 – Primeiro catálogo sobre figurinhas por editora de Nilo Sérgio de Oliveira. Em 1995 ampliou e atualizou estas informações.
1993 – Aparecimento da 1ª. Relação de álbuns por ano de lançamento de Leila Dias Oliveira.
1997 – Surgimento do catálogo de álbuns de figurinhas por ano de editoração da Prof. Margarida N.Menezes, com 1793 álbuns selecionados até agosto de 1997.
1999 – Surgimento na Feira dos Colecionadores do Rio de Janeiro do primeiro álbum de capas, num total de 12, com álbuns da coleção Nilo Sérgio de Oliveira e fotos de Alberto Moreira.
2002 – Primeiro artigo sobre álbuns de figurinhas publicado na Internet, sobre a história de um colecionador, de autoria de Paulo Bodmer.
Figurinhas salvadoras
Em 1924, os imigrantes alemães Paul e Richard Stern lançaram no Rio de Janeiro o sabonete Eucalol. Por ser derivado do eucalipto, o produto era verde, fugindo do padrão dos sabonetes da época, que eram brancos ou cor de rosa. Houve grande rejeição por parte dos consumidores. Em 1930, com o encarte de figurinhas colecionáveis nas embalagens, as vendas do produto tiveram forte impulso. Eram as famosas Estampas Eucalol, que circularam até 1957. Ao todo foram lançadas 2 400 figurinhas, sobre os mais variados temas. Em 1980, o sabonete Eucalol saiu do mercado, devido à falência da Perfumaria Myrta. As estampas são até hoje objeto de desejo de colecionadores.
sábado, 20 de março de 2010
RODA DE CHORO
Neste vídeo podemos ver a satisfação de Chico, ao perceber que a letra recém terminada e ainda não decorada, se adequou perfeitamente a musica. Momento de êxtase, puro prazer e satisfação. O olhar de aprovação do Francis, confirma com cumplicidade que letra e musica estão prontas. Na roda, Francis Hime, Chico Buarque e Isaias e seus Chorões no pleno exercício de executar o choro como se deve, com, alegria, plangência, habilidade e muito improviso. Chico pedindo para não parar, confirma sua alegria.
Cronológia dos Chorões
Doce de Coco choro de Jacob do Bandolim e letra de Hermínio Bello de Carvalho
gravada por Zelia em disco de 2004.
O "choro" é o gênero criado a partir da mistura de elementos das danças de salão européias (como o schottisch, a valsa, o minueto e, especialmente, a polca) e da música popular portuguesa, com influências da música africana. De início, era apenas uma maneira mais emotiva, chorosa, de interpretar uma melodia, cujos praticantes eram chamados de chorões. Como gênero, o choro só tomou forma na primeira década do século 20, mas sua história começa em meados do século XIX, época em que as danças de salão passaram a ser importadas da Europa. A abolição do tráfico de escravos, em 1850, provocou o surgimento de uma classe média urbana (composta por pequenos comerciantes e funcionários públicos, geralmente de origem negra), segmento de público que mais se interessou por esse gênero de música.
Em termos de estrutura musical, o choro costuma ter três partes (ou duas, posteriormente), que seguem a forma rondó (sempre se volta à primeira parte, depois de passar por cada uma). A origem do termo choro já foi explicada de várias maneiras. Para o folclorista Luís da Câmara Cascudo, esse nome vem de xolo, um tipo de baile que reunia os escravos das fazendas; de xoro, o termo teria finalmente chegado a choro. Por outro lado, Ary Vasconcelos sugere que o termo liga-se à corporação musical dos choromeleiros, muito atuantes no período colonial. José Ramos Tinhorão defende outro ponto de vista: explica a origem do termo choro por meio da sensação de melancolia transmitida pelas baixarias do violão (o acompanhamento na região mais grave desse instrumento). Já o músico Henrique Cazes, autor do livro Choro – Do Quintal ao Municipal, a obra mais completa já publicada até hoje sobre esse gênero, defende a tese de que o termo decorreu desse jeito marcadamente sentimental de abrasileirar as danças européias.
Grupo de chorões, Rio de Janeiro, 15 de novembro de 1916. No centro, em pé, o compositor Sinhô.
Lista de Chorões em ordem cronológica
• Chiquinha Gonzaga (1847-1935)
• Joaquim Calado (1848-1880)
• Viriato Figueira (1851-1883)
• Juca Kallut (1858-1922)
• Sátiro Bilhar (1860-1927)
• Ernesto Nazareth (1863-1934)
• Catulo da Paixão Cearense (1863-1946)
• Anacleto de Medeiros (1866-1907)
• Irineu de Almeida (1873-1916)
• Quincas Laranjeiras (1873-1935)
• Patápio Silva (1880-1907)
• Zequinha de Abreu (1880-1935)
• João Pernambuco (1883-1947)
• Heitor Villa-Lobos (1887-1959)
• Donga (1890-1974)
• Bonfiglio de Oliveira (1894-1940)
• Pixinguinha (1897-1973)
• Luiz Americano (1900-1960)
• Benedito Lacerda (1903-1958)
• Luperce Miranda (1904-1977)
• Radamés Gnattali (1906-1988)
• Copinha (1910-1984)
• Abel Ferreira (1915-1980)
• Garoto (1915-1955)
• Raul de Barros (1915- )
• Dilermando Reis (1916-1977)
• K-Ximbinho (1917-1980)
• Jacob do Bandolim (1918-1968)
• Rossini Ferreira (1919 - ?)
• Ademilde Fonseca (1921- )
• Orlando Silveira (1922-1993)
• Waldir Azevedo (1923-1980)
• Altamiro Carrilho (1924- )
• Carlos Poyares (1928- )
• Antônio da Silva Torres, o Jacaré (1930-2005)
• Evandro do Bandolim (1932-1994)
• Paulo Moura (1933- )
• Joel Nascimento (1937- )
• Canhotinho (1938- )
• Ventura Ramirez (1939- )
• Arthur Moreira Lima (1940- )
• Paulinho da Viola (1942- )
• Déo Rian (1944- )
• Dino 7 Cordas (1946-2006)
• Pedro Amorim (1958- )
• Raphael Rabello (1962-1995)
• Maurício Carrilho(?)
• Nilze Carvalho (1969- )
Samba no colégio?
Relação entre comunicação e música vira curso na UnB
(Irlam Rocha Lima - Da equipe do Correio Acacio Pinheiro)
UnB - Universidade de Brasília foi inaugurada em 21 de abril de 1962. Abriga mais de 1.300 professores e cerca de 2.300 funcionários. A UnB oferece 63 cursos de graduação, 64 de mestrado, 45 de doutorado e dezenas de especializações. Os órgãos complementares auxiliam os alunos no desenvolvimento de trabalhos de ensino, pesquisa e extensão.
Em Feitio de oração, um dos sambas-clássicos de sua obra, Noel Rosa diz que ‘‘ninguém aprende samba no colégio’’. Pode ser. Mas em Brasília há muita gente na universidade querendo saber mais sobre a música popular brasileira. Desde o primeiro semestre do ano passado, alunos de diferentes cursos da Universidade de Brasília (UnB) vêm freqüentado aulas da matéria Comunicação e música.
A proposta da disciplina, incorporada ao currículo da Faculdade de Comunicação pelo professor Clodo Ferreira, é mostrar ‘‘aspectos históricos, estéticos, sociais e a evolução tecnológica da produção musical e sua relação com os veículos de comunicação’’ — com ênfase na cultura brasileira.
Clodo, que também é compositor, tornou-se conhecido ao criar (em parceria com o irmão Clésio), a música Revelação, um dos maiores sucessos de Raimundo Fagner, gravada também por Simone e Engenheiros do Hawaii. Professor da Faculdade de Comunicação desde 1985, está à frente ainda das turmas de outras duas matérias: Criatividade na comunicação e Criatividade na publicidade.
"Comunicação e música é uma disciplina optativa e entrou no currículo para tornar o curso mais rico, pois enfoca a música e sua ligação com o cinema, televisão, a publicidade e, obviamente, o seu canal mais conhecido, o rádio", diz Clodo. "O enfoque é feito em cima da música brasileira. Mesmo quando se fala de música estrangeira, há de ter vínculo com a cultura brasileira. Ao se falar, por exemplo, dos Beatles, mostra-se o reflexo desse fenômeno na música feita no Brasil", acrescenta.
A primeira turma de Comunicação e música era integrada por 30 alunos. O número subiu para 40 no segundo semestre do ano passado (2008). Agora, a classe conta com 50, e haveria demanda para mais. Embora haja um programa pré-estabelecido, são os alunos que propõem os temas a serem debatidos nos seminários. Para isso são tomadas como base a história e a obra de determinado compositor, a época em que viveu, a colocação no ambiente social e a tecnologia de comunicação do período. Movimentos musicais também são focalizados.
Já foram objeto de estudo, entre outros, Pixinguinha, Carmem Miranda, Rádio Nacional, Elvis Presley, Beatles e Música no CPC da UNE. Os temas desta semana — Música de protesto, Jovem guarda e Tropicalismo — foram desenvolvidos pela equipe formada por Raquel Magalhães, Isabela Azevedo e Alice Abud, calouras do curso de Comunicação.
Aluno da primeira turma da disciplina, o formando em Sociologia Horst Mohn até hoje freqüenta as aulas. Atento, o rapaz estava na sala, na última terça-feira, ouvindo Alice Abud falar sobre música de protesto e bossa nova.
1 — Música e comunicação: expressão e mercado
2 — Música e comunicação como indústria cultural
3 — Música popular e identidade nacional
4 — Pré-história da relação música e meios de comunicação
5 — A era de ouro do rádio, os grandes festivais e as riquezas regionais
6 — Movimento da música popular e ambiente social
7 — A música popular em Brasília
8 — A produção independente
9 — Música no cinema, na publicidade e nas novelas
10 — Situação atual e perspectivas
Música na Educação Infantil
Teca Alencar De Brito
Editora: PEIROPOLIS
Este livro tem a intenção de aproximar educadores, música e crianças, compartilhando experiências e informações, estimulando a reflexão e o questionamento, apontando caminhos e possibilidades para o desenvolvimento de um trabalho com música, sem a pretensão - explícita - de determinar cursos ou delimitar territórios, pois, acima de tudo, considera-se que o percurso que cada educador deve percorrer, junto com as crianças, tem de ser único, significativo, verdadeiro e possível.
(Irlam Rocha Lima - Da equipe do Correio Acacio Pinheiro)
UnB - Universidade de Brasília foi inaugurada em 21 de abril de 1962. Abriga mais de 1.300 professores e cerca de 2.300 funcionários. A UnB oferece 63 cursos de graduação, 64 de mestrado, 45 de doutorado e dezenas de especializações. Os órgãos complementares auxiliam os alunos no desenvolvimento de trabalhos de ensino, pesquisa e extensão.
Em Feitio de oração, um dos sambas-clássicos de sua obra, Noel Rosa diz que ‘‘ninguém aprende samba no colégio’’. Pode ser. Mas em Brasília há muita gente na universidade querendo saber mais sobre a música popular brasileira. Desde o primeiro semestre do ano passado, alunos de diferentes cursos da Universidade de Brasília (UnB) vêm freqüentado aulas da matéria Comunicação e música.
A proposta da disciplina, incorporada ao currículo da Faculdade de Comunicação pelo professor Clodo Ferreira, é mostrar ‘‘aspectos históricos, estéticos, sociais e a evolução tecnológica da produção musical e sua relação com os veículos de comunicação’’ — com ênfase na cultura brasileira.
Clodo, que também é compositor, tornou-se conhecido ao criar (em parceria com o irmão Clésio), a música Revelação, um dos maiores sucessos de Raimundo Fagner, gravada também por Simone e Engenheiros do Hawaii. Professor da Faculdade de Comunicação desde 1985, está à frente ainda das turmas de outras duas matérias: Criatividade na comunicação e Criatividade na publicidade.
"Comunicação e música é uma disciplina optativa e entrou no currículo para tornar o curso mais rico, pois enfoca a música e sua ligação com o cinema, televisão, a publicidade e, obviamente, o seu canal mais conhecido, o rádio", diz Clodo. "O enfoque é feito em cima da música brasileira. Mesmo quando se fala de música estrangeira, há de ter vínculo com a cultura brasileira. Ao se falar, por exemplo, dos Beatles, mostra-se o reflexo desse fenômeno na música feita no Brasil", acrescenta.
A primeira turma de Comunicação e música era integrada por 30 alunos. O número subiu para 40 no segundo semestre do ano passado (2008). Agora, a classe conta com 50, e haveria demanda para mais. Embora haja um programa pré-estabelecido, são os alunos que propõem os temas a serem debatidos nos seminários. Para isso são tomadas como base a história e a obra de determinado compositor, a época em que viveu, a colocação no ambiente social e a tecnologia de comunicação do período. Movimentos musicais também são focalizados.
Já foram objeto de estudo, entre outros, Pixinguinha, Carmem Miranda, Rádio Nacional, Elvis Presley, Beatles e Música no CPC da UNE. Os temas desta semana — Música de protesto, Jovem guarda e Tropicalismo — foram desenvolvidos pela equipe formada por Raquel Magalhães, Isabela Azevedo e Alice Abud, calouras do curso de Comunicação.
Noto um encantamento muito grande dos alunos ao descobrirem a importância de determinados artistas e movimentos. Eles têm pouco conhecimento da fase inicial da música brasileira, da gênese, com Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Pixinguinha", comenta Clodo. "Por outro lado, sinto que o Tropicalismo é marcante para eles, talvez porque Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Gal Costa e Rita Lee continuem em plena atividade."Para poder desenvolver os temas que escolhem, os alunos fazem pesquisam em livros que integram bibliografia sugerida por Clodo Ferreira. Na relação há desde Música popular, do gramofone ao rádio e televisão, de José Ramos Tinhorão (Editora Ática), a Como fazer um disco independente, de Chico Mário (Editora Vozes).
Aluno da primeira turma da disciplina, o formando em Sociologia Horst Mohn até hoje freqüenta as aulas. Atento, o rapaz estava na sala, na última terça-feira, ouvindo Alice Abud falar sobre música de protesto e bossa nova.
"Esta matéria é muito importante para mim por fornecer subsídios para minha tese final, que é sobre música popular brasileira e sua relação com o cotidiano das cidades, do começo do século 20 até agora", explica.
O enfoque é feito em cima da música brasileira. Mesmo quando se fala de música estrangeira, há de ter vínculo com a cultura brasileira.
Clodo Ferreira, professorUnB - Programa do curso
1 — Música e comunicação: expressão e mercado
2 — Música e comunicação como indústria cultural
3 — Música popular e identidade nacional
4 — Pré-história da relação música e meios de comunicação
5 — A era de ouro do rádio, os grandes festivais e as riquezas regionais
6 — Movimento da música popular e ambiente social
7 — A música popular em Brasília
8 — A produção independente
9 — Música no cinema, na publicidade e nas novelas
10 — Situação atual e perspectivas
Música na Educação Infantil
Teca Alencar De Brito
Editora: PEIROPOLIS
Este livro tem a intenção de aproximar educadores, música e crianças, compartilhando experiências e informações, estimulando a reflexão e o questionamento, apontando caminhos e possibilidades para o desenvolvimento de um trabalho com música, sem a pretensão - explícita - de determinar cursos ou delimitar territórios, pois, acima de tudo, considera-se que o percurso que cada educador deve percorrer, junto com as crianças, tem de ser único, significativo, verdadeiro e possível.
CATRACA LIVRE
O Catraca Livre é um projeto de jornalismo educativo que seleciona diariamente as melhores atrações culturais gratuitas e a preço popular da região metropolitana de São Paulo, com foco na capital. As informações são disseminadas por uma rede formada por rádio, televisão, imprensa escrita e diversos canais de internet, compondo uma plataforma multimídia.
O Catraca Livre surgiu da experiência com estudantes de baixa renda de uma universidade privada (Uniesp), localizada no centro histórico de São Paulo. Apesar de cercados de diversas ofertas culturais, eles não freqüentavam esses locais gratuitos. Daí se pensou numa página da internet que os ajudasse a vivenciar o que ocorria ao redor e até como se poderia usar aqueles eventos no currículo. Em seguida, estudantes de demais faculdades começaram a usar a plataforma.
A agenda engloba filmes, peças, exposições, shows, concertos, cursos, oficinas, debates e palestras, produzidos pelos governos, universidades, empresas e associações comunitárias.
A proposta é conectar numa única rede cinemas, teatros, museus, galerias, parques, praças e auditórios para transformar a cidade numa grande sala de espetáculos de portas abertas – ou numa grande escola.
CATRACA LIVRE
http://catracalivre.folha.uol.com.br/
Rua Gonçalo Afonso, 55, Vl. Madalena, São Paulo, SP
Tel.: +55 11 3814 9237 / 3813 1645
O Catraca Livre surgiu da experiência com estudantes de baixa renda de uma universidade privada (Uniesp), localizada no centro histórico de São Paulo. Apesar de cercados de diversas ofertas culturais, eles não freqüentavam esses locais gratuitos. Daí se pensou numa página da internet que os ajudasse a vivenciar o que ocorria ao redor e até como se poderia usar aqueles eventos no currículo. Em seguida, estudantes de demais faculdades começaram a usar a plataforma.
A agenda engloba filmes, peças, exposições, shows, concertos, cursos, oficinas, debates e palestras, produzidos pelos governos, universidades, empresas e associações comunitárias.
A proposta é conectar numa única rede cinemas, teatros, museus, galerias, parques, praças e auditórios para transformar a cidade numa grande sala de espetáculos de portas abertas – ou numa grande escola.
CATRACA LIVRE
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COOPERATIVA CULTURAL BRASILEIRA
Cooperar
Uma sociedade de pessoas que se unem voluntariamente para fazer frente às suas necessidades e aspirações econômicas, sociais e culturais em comum por meio de uma empresa de propriedade conjunta e democraticamente controlada.No Brasil, o Sistema Cooperativista Brasileiro, consolidado desde 1971 pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), integra hoje cerca de 6,7 milhões de cooperados, ligados a mais de 7,5 mil cooperativas de 13 ramos de atividade econômica. O cooperativismo, a cada dia, passa a ocupar espaço maior no cotidiano dos cidadãos e das empresas. Há cooperativismo na cultura, na produção industrial, no transporte, na agricultura e em todos os ramos que possibilita que os cidadãos façam do seu trabalho a forma de se desenvolverem e criarem melhores condições de vida
Trabalhar e fomentar a carreira de todos os seus cooperados, além de ser uma ferramenta para a formalização e reconhecimento dos artistas pela sociedade. Foi com esse objetivo que, em maio de 2004, nasceu a
COOPERATIVA CULTURAL BRASILEIRA - http://www.coopcultural.org.br/.
Logo no primeiro ano de atuação, 200 artistas já tinham aderido à idéia. Hoje, são mais de 6 mil cooperados de diversas expressões artísticas como teatro, artes circenses, música, artes plásticas, dança etc. Há também produtores, iluminadores, técnicos de som, enfim, todo profissional que trabalha diretamente na área cultural.
Com atuação em todo o país, a cooperativa busca cultivar uma ajuda mútua entre seus cooperados, melhorando a capacidade técnica e didática em prol do desenvolvimento profissional de cada um. Com isso, é possível conquistar novas oportunidades na área cultural, superando dificuldades profissionais.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Camisa Rosa do Atlético Mineiro
No mundo do futebol ainda existem atitudes machistas por todos os cantos.
Desta vez aconteceu novamente em Minas Gerais.
Nesta semana o Clube Atlético Mineiro lançou sua coleção 2010 e o destaque foi a camisa que será usada pelos jogadores durante o treino: cor rosa bebê e com gola em “V”.
Segundo informações do site oficial do Atlético, o primeiro lote das polêmicas camisas de treinos esgotaram logo no primeiro dia de venda na Loja do Galo, na sede do clube.
A torcida Cruzeirense adorou e retribuiu a gozações feitas ao seu antigo goleiro Raul Plassman atualmente comentarista esportivo.
Raul jogou treze anos seguidos no Cruzeiro e depois foi para o Flamengo, tendo integrado, ao lado de Zico, Júnior, Leandro, Tita e Andrade, entre outros grandes nomes, o time rubro-negro da época.
Encerrou sua carreira profissional, em 1983, ainda jogando pelo Flamengo.
Polêmica
Na sua estréia pelo Cruzeiro, em 1965, como não havia uma camisa de goleiro que lhe vestisse, tomou emprestada uma camiseta amarela. Na época, o uniforme preto era padrão de todos os goleiros, de modo que a camisa amarela de Raul acabou chamando muita atenção, rendendo-lhe, inclusive, insinuações quanto a sua sexualidade nada diferente do que ocorre hoje com o São-paulino Richarlyson.
Todavia, apesar de uma tentativa inicial de ridicularizar seu nome, Raul não se deixou abater e começou a se destacar com boas atuações. Dessa forma, o que antes fora motivo de escárnio, passou a ser encarado como um talismã pela torcida cruzeirense e, assim, Raul não pôde mais abandonar o uniforme amarelo.
Até o badalado David Backhan sofreu insinuações...
Felipe do Corinthians usa amarelo, nos anos 80 o Goleiro Victor do Santos FC usava vermelho e quase todos os goleiros hoje usam camisas de cores berrantes.
Cabelos amarrados, teara, trancinhas, unhas pintadas, jogadores perfumados e super patrocinados, futebol é isto mesmo, mas o que vale é bola na rede...
Desta vez aconteceu novamente em Minas Gerais.
Nesta semana o Clube Atlético Mineiro lançou sua coleção 2010 e o destaque foi a camisa que será usada pelos jogadores durante o treino: cor rosa bebê e com gola em “V”.
Segundo informações do site oficial do Atlético, o primeiro lote das polêmicas camisas de treinos esgotaram logo no primeiro dia de venda na Loja do Galo, na sede do clube.
A torcida Cruzeirense adorou e retribuiu a gozações feitas ao seu antigo goleiro Raul Plassman atualmente comentarista esportivo.
Raul jogou treze anos seguidos no Cruzeiro e depois foi para o Flamengo, tendo integrado, ao lado de Zico, Júnior, Leandro, Tita e Andrade, entre outros grandes nomes, o time rubro-negro da época.
Encerrou sua carreira profissional, em 1983, ainda jogando pelo Flamengo.
Polêmica
Na sua estréia pelo Cruzeiro, em 1965, como não havia uma camisa de goleiro que lhe vestisse, tomou emprestada uma camiseta amarela. Na época, o uniforme preto era padrão de todos os goleiros, de modo que a camisa amarela de Raul acabou chamando muita atenção, rendendo-lhe, inclusive, insinuações quanto a sua sexualidade nada diferente do que ocorre hoje com o São-paulino Richarlyson.
Todavia, apesar de uma tentativa inicial de ridicularizar seu nome, Raul não se deixou abater e começou a se destacar com boas atuações. Dessa forma, o que antes fora motivo de escárnio, passou a ser encarado como um talismã pela torcida cruzeirense e, assim, Raul não pôde mais abandonar o uniforme amarelo.
Até o badalado David Backhan sofreu insinuações...
Felipe do Corinthians usa amarelo, nos anos 80 o Goleiro Victor do Santos FC usava vermelho e quase todos os goleiros hoje usam camisas de cores berrantes.
Cabelos amarrados, teara, trancinhas, unhas pintadas, jogadores perfumados e super patrocinados, futebol é isto mesmo, mas o que vale é bola na rede...
BB KING o Rei do Blues
BB King e sua inseparável guitarra “incendiária ”Lucille”, felizmente estão de volta aos palcos brasileiros. O rei do Blues esta com 84 anos de idade e se apresenta profissionalmente a pelo menos seis décadas cantando e tocando pelo mundo a fora. Segundo ele que declara em tom de brincadeira
“não ganhei o suficiente para poder parar e viver de rendas...”

As apresentações em SP acontecem hoje 5ª feira 18.3.2010 no Bourbon Street, sexta e sábado no Via Funchal. No repertorio, Let the good times rool, The thrill is gone, Rock me baby e Guess who.
Quem puder, deve ir, BB King é um mito um momento de raro prazer.
Reverencias a um grande musico mundial

Vida longa ao Rei do Blues.
O evento merece uma bebida especial, que tal o whisky mais caro do mundo é o Macallan Fine & Rare, safra 1926. A Macallan já vendeu todas as garrafas que produziu, ao preço de US$ 36.000.
Vou beber, mas sera que meu cartão vai passar???
Zé Espinguela
José Gomes da Costa também chamado Zé Spinelli ou Zé Espinguela, foi um jornalista, escritor, pai-de-santo e sambista carioca, integrante do Bloco dos Arengueiros, fundador da Estação Primeira de Mangueira e organizador de um concurso entre sambistas em 20 de janeiro de 1929, que fixaria as bases das disputas entre escolas de samba.
O concurso aconteceu em sua casa, na Rua Adolpho Bergamini, a mesma onde hoje fica a escola Arranco , no Engenho de Dentro.
O concurso pretendia escolher o melhor samba dos compositores da Portela, Mangueira e Estácio de Sá.
Cada escola apresentava dois sambas e Zé Espinguela, apesar de ser mais ligado ao grupo da Mangueira, teve a grandeza de escolher um samba da Portela como o melhor do ano.
Por ironia, o grupo que é considerado a primeira escola de samba, o Deixa Falar, acabou eliminado por Espinguela, por apresentar instrumentos de sopro, proibidos por serem considerados avessos ao samba moderno, que eles próprios estavam promovendo.
O samba vencedor tinha um ritmo muito diferente dos sambas enredos atuais. “A única coisa parecida com o de hoje é que deu confusão. Zé Espinguela teve que distribuir troféu para todos, porque senão acabaria em pancadaria”, afirma o compositor Heitor dos Prazeres.
Em 1944 Espinnguela reuniu os adeptos do centro religioso e dirigiu-se ao morro da Mangueira para despedir-se do seu reduto preferido. Lá chegaram no princípio da noite. A favela, de luzes apagadas, descansava da trabalheira do dia. Eis que surge o grupo, em cortejo pelos becos e ruelas, cantando um samba que Espinguela compôs especialmente para o momento. Era como um samba-enredo. Desfilavam, dançavam e cantavam, com o ritmo alegre, a melodia triste, e as vozes alvissareiras das pastoras. Os barracos aos poucos se acenderam, foram abrindo as janelas e o morro transformou-se num céu no chão, iluminado, silencioso e reverente. A voz de Espinguela dominava o coro.
Ele morreu dois dias depois”, conta Raymundo de Castro, baluarte da Mangueira.
O concurso aconteceu em sua casa, na Rua Adolpho Bergamini, a mesma onde hoje fica a escola Arranco , no Engenho de Dentro.
O concurso pretendia escolher o melhor samba dos compositores da Portela, Mangueira e Estácio de Sá.
Cada escola apresentava dois sambas e Zé Espinguela, apesar de ser mais ligado ao grupo da Mangueira, teve a grandeza de escolher um samba da Portela como o melhor do ano.
Por ironia, o grupo que é considerado a primeira escola de samba, o Deixa Falar, acabou eliminado por Espinguela, por apresentar instrumentos de sopro, proibidos por serem considerados avessos ao samba moderno, que eles próprios estavam promovendo.
O samba vencedor tinha um ritmo muito diferente dos sambas enredos atuais. “A única coisa parecida com o de hoje é que deu confusão. Zé Espinguela teve que distribuir troféu para todos, porque senão acabaria em pancadaria”, afirma o compositor Heitor dos Prazeres.
Em 1944 Espinnguela reuniu os adeptos do centro religioso e dirigiu-se ao morro da Mangueira para despedir-se do seu reduto preferido. Lá chegaram no princípio da noite. A favela, de luzes apagadas, descansava da trabalheira do dia. Eis que surge o grupo, em cortejo pelos becos e ruelas, cantando um samba que Espinguela compôs especialmente para o momento. Era como um samba-enredo. Desfilavam, dançavam e cantavam, com o ritmo alegre, a melodia triste, e as vozes alvissareiras das pastoras. Os barracos aos poucos se acenderam, foram abrindo as janelas e o morro transformou-se num céu no chão, iluminado, silencioso e reverente. A voz de Espinguela dominava o coro.
Ele morreu dois dias depois”, conta Raymundo de Castro, baluarte da Mangueira.
Perolas de Vicente Matheus
O carismático Vicente Matheus (1908- 1997)
Ex-presidente do Corinthians, chegou da Espanha em 1914, presidiu o Sport Club Corinthians Paulista por oito mandatos: 1959, 72, 73, 75, 77, 79, 87 e 89. Durante esses mandatos, o Corinthians conquistou vários títulos de campeão, entre eles, o Campeonato Paulista de 1977, acabando com o jejum de 23 anos sem título e o Brasileiro de 90. Ficou conhecido pelo seu amor ao time e admitia que depois do Corinthians também gostava de sua esposa a corinthiana Marlene Matheus.
Teve sempre suas frases muito divulgadas na imprensa e principalmente pelo humorista Ari Toledo. Sua mulher Marlene admite que Matheus usava as frases como Marketing pessoal.
Ex-presidente do Corinthians, chegou da Espanha em 1914, presidiu o Sport Club Corinthians Paulista por oito mandatos: 1959, 72, 73, 75, 77, 79, 87 e 89. Durante esses mandatos, o Corinthians conquistou vários títulos de campeão, entre eles, o Campeonato Paulista de 1977, acabando com o jejum de 23 anos sem título e o Brasileiro de 90. Ficou conhecido pelo seu amor ao time e admitia que depois do Corinthians também gostava de sua esposa a corinthiana Marlene Matheus.
Teve sempre suas frases muito divulgadas na imprensa e principalmente pelo humorista Ari Toledo. Sua mulher Marlene admite que Matheus usava as frases como Marketing pessoal.
“O Corinthians sempre joga bem aqui em Belém (Pará), a terra onde nasceu Jesus”
“Haja o que hajar, o timão vai ser campeão”
“Comigo ou sem migo, o Corinthians vencerá”
“Quem está na chuva é para se queimar.”
“Quero mesblar jovens e velhos da diretoria.”
“Tive uma infantilidade muito triste.”
“O difícil não é fácil.”
“De gole em gole, a galinha enche o papo.”
“Peço aos corinthianos que compareçam às urnas para naufragar nossa chapa.”
“Não veio o Falcão, mas comprei o Lero-lero.” (referindo-se ao jogador Biro-biro)
“Isso é uma faca de dois legumes.”
“O Sócrates é invendável e imprestável.”
“Depois da tempestade vem a ambulância.”
“Agradeço à Antárctica pelas Brahmas que nos mandou.”
“Vou realizar uma anestesia geral para quem tiver a mensalidade atrasada”
quarta-feira, 17 de março de 2010
Frases do Futebol
Muitas vezes é a falta de caráter que decide uma partida. Não se faz literatura, política e futebol com bons sentimentos... Nelson Rodrigues
Futebol é muito simples: quem tem a bola ataca; quem não tem defende. Neném Prancha
O futebol não é uma questão de vida ou de morte. É muito mais importante que isso... Bill Shankly
O que finalmente eu mais sei sobre a moral e as obrigações do homem devo ao futebol... Albert Camus
Bola de futebol...é um utensílio semivivo, / de reações próprias como bicho, / e que, como bicho, é mister / (mais que bicho, como mulher) / usar com malícia e atenção / dando aos pés astúcias de mãos. João Cabral de Mello Neto
Futebol moderno é que nem pelada. Todo o mundo corre e ninguém sabe para onde. Neném Prancha
Se concentração ganhasse jogo, o time da penitenciária não perdia uma. Neném Prancha
O futebol é o ópio do povo e o narcotráfico da mídia. Millôr Fernandes
Pelé nunca será superado, porque é impossível haver algo melhor que a perfeição. Ele teve tudo: físico, habilidade, controle de bola, velocidade, poder, espírito, inteligência, instinto, sagacidade... Jornalista do Sunday Mirror de Londres
Posso ser um novo Di Stéfano, mas não posso ser um novo Pelé. Ele é o único que ultrapassa os limites da lógica... Johann Cruyff
Se eu pudesse me chamaria Edson Arantes do Nascimento Bola. Seria a única maneira de agradecer o que ela fez por mim... Pelé
Na Europa o futebol é entretenimento entre classes, no Brasil é o analgésico do povo. Thomé
Nunca pense que está sozinho quando você vive futebol,respira futebol.Isso significa que você faz parte dessa paixão mundial pela bola porque futebol além de um esporte é um ideal de vida. Vinícius
O carnaval, o futebol e as festas sao para os governantes a honra e a perpetuaçao no poder. Para o povo: engodos da servidão e instrumentos da tirania cujo preço é a supressao do direito a uma vida digna e portanto, a falta da cidadania. Antonio Gomes Lacerda
Futebol: esporte insano jogado por uns tipos semelhantes a escravos e gladiadores, apreciado por hordas de fanáticos ensandecidos e organizado por maltas de espertalhões. Rogério Silvério de Farias
Se os insetos jogassem futebol, as centopéias dariam excelentes centro-avantes e as aranhas, ótimos goleiros. Ediel
Assim como um clube de futebol, um país não pode ter fins lucrativos ou orgulhar-se de ter dinheiro em caixa. Deve pagar em dia, sim, mas tem de usar todos os recursos disponíveis ao seu tempo na promoção do bem estar social. Thales Guaracy
O futebol foi inventado por um maluco que não tinha o que fazer, não me anima ver um monte de barbado correndo atrás de uma bola, é deprimente. Ve-k (Veronicka Meirelles)
Escrevo a vida como se jogasse futebol Guto Graça
Nelson Rodrigues e o Fluminense
- “Se o Fluminense jogasse no céu, eu morreria para vê-lo jogar”.
- “A Grande Guerra seria apenas a paisagem, apenas o fundo das nossas botinadas. Enquanto morria um mundo e começava outro, eu só via o Fluminense”.
-“O Flamengo tem mais torcida, o Fluminense tem mais gente!”.
-“Pode-se identificar um Tricolor entre milhares, entre milhões. Ele se distingue dos demais por uma irradiação específica e deslumbradora”.
-“Se quereis saber o futuro do Fluminense, olhai para o seu passado. A história tricolor traduz a predestinação para a glória”.
-“O Fluminense é o único time tricolor do mundo. O resto são só times de três cores”.
-“Nas situações de rotina, um `pó-de-arroz’ pode ficar em casa abanando-se com a Revista do Rádio. Mas quando o Fluminense precisa de número, acontece o suave milagre: os tricolores vivos, doentes e mortos aparecem. Os vivos saem de suas casas, os doentes de suas camas e os mortos de suas tumba”.
-“Eu vos digo que o melhor time é o Fluminense. E podem me dizer que os fatos provam o contrário, que eu vos respondo: pior para os fato”.
-“Grandes são os outros, o Fluminense é enorme”.
-“Uma torcida não vale a pena pela sua expressão numérica. Ela vive e influi no destino das batalhas pela força do sentimento. E a torcida tricolor leva um imperecível estandarte de paixão”.
-“Ser tricolor não é uma questão de gosto ou opção, mas um acontecimento de fundo metafísico, um arranjo cósmico ao qual não se pode – e nem se deseja – fugir”.
-“Sou tricolor, sempre fui tricolor. Eu diria que já era Fluminense em vidas passadas, muito antes da presente encarnação”.
-“O Fluminense nasceu com a vocação da eternidade…tudo pode passar…só o tricolor não passará jamais”.
- “A Grande Guerra seria apenas a paisagem, apenas o fundo das nossas botinadas. Enquanto morria um mundo e começava outro, eu só via o Fluminense”.
-“O Flamengo tem mais torcida, o Fluminense tem mais gente!”.
-“Pode-se identificar um Tricolor entre milhares, entre milhões. Ele se distingue dos demais por uma irradiação específica e deslumbradora”.
-“Se quereis saber o futuro do Fluminense, olhai para o seu passado. A história tricolor traduz a predestinação para a glória”.
-“O Fluminense é o único time tricolor do mundo. O resto são só times de três cores”.
-“Nas situações de rotina, um `pó-de-arroz’ pode ficar em casa abanando-se com a Revista do Rádio. Mas quando o Fluminense precisa de número, acontece o suave milagre: os tricolores vivos, doentes e mortos aparecem. Os vivos saem de suas casas, os doentes de suas camas e os mortos de suas tumba”.
-“Eu vos digo que o melhor time é o Fluminense. E podem me dizer que os fatos provam o contrário, que eu vos respondo: pior para os fato”.
-“Grandes são os outros, o Fluminense é enorme”.
-“Uma torcida não vale a pena pela sua expressão numérica. Ela vive e influi no destino das batalhas pela força do sentimento. E a torcida tricolor leva um imperecível estandarte de paixão”.
-“Ser tricolor não é uma questão de gosto ou opção, mas um acontecimento de fundo metafísico, um arranjo cósmico ao qual não se pode – e nem se deseja – fugir”.
-“Sou tricolor, sempre fui tricolor. Eu diria que já era Fluminense em vidas passadas, muito antes da presente encarnação”.
-“O Fluminense nasceu com a vocação da eternidade…tudo pode passar…só o tricolor não passará jamais”.
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